quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Militância ganha importância na crise política

A militância trabalha para vitória de Dilma
A reeleição de Dilma Rousseff, e sua vitória apertada no segundo turno no final de 2014, foi para muitos resultado de um grande plano de marketing político comandado por João Santana. No primeiro turno o acerto foi a “desconstrução” da candidata Marina Silva, que roubava votos tanto de Dilma quanto de Aécio e desfilava como tendo reais possibilidades de vencer o segundo turno. Marina virou o alvo preferido do PT e do PSDB.

"Houve uma 'desidratação' eleitoral de Marina Silva, orquestrada, principalmente, pela campanha da presidente Dilma Rousseff. Dilma é a grande vitoriosa desse embate. Foi uma estratégia muito acertada", avaliou o cientista político Paulo Baía, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) à reportagem do site da BBC Brasil.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Considerações sobre o Chupa-folha


O jornalista Pedro Ivo Thomé, responsável pela seção de obituários da Folha de S. Paulo saiu da empresa e, no último texto que publicou (13 de julho), o obituário de Therezinha Ferraz Sales, assistente social que morreu aos 87 anos, compôs um acróstico com referência ao jornal.

Acróstico é uma forma poética onde as letras iniciais dos versos, quando lido na vertical, formam uma palavra ou nome. Neste caso, o jornalista escreveu uma matéria com 10 parágrafos onde as primeiras letras formavam a frase “chupa folha”. 

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Luxúria para todos!

Na região conhecida como Baixo Augusta, espaço boêmio alternativo no centro da capital, muros e paredes são cobertos por cartazes com os mais variados temas. Este aí chamou a atenção de algum religioso que passava por lá e, indignado, lá no canto superior, escreveu com sua caneta azul que 'só Jesus Cristo salva".

domingo, 7 de junho de 2015

Crise da mídia tradicional e demissões na imprensa


Muito se tem falado que as empresas jornalísticas tradicionais estão passando por uma séria crise e a consequência é a demissão dos jornalistas. Mas a atual onda de demissões no setor é decorrência de uma série de fatores que devem ser avaliados para uma correta compreensão do fenômeno. A avaliação da conjuntura pela qual passa o mercado jornalístico é condição necessária para a elaboração de possíveis respostas aos problemas que se apresentam.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Movimento pela valorização do Ministério do Trabalho e Emprego


O professor do Instituto de Economia da Unicamp, José Dari Krein, em parceria com outros pesquisadores, criou a petição on line "Movimento pela valorização e centralidade do Ministério do Trabalho e Emprego no governo Dilma",cujo objetivo é chamar a atenção da sociedade sobre esta questão.
O manifesto faz um resgate histórico da importância que o Ministério já teve na história brasileira e propõe quatro eixos de atuação para que o órgão público volte a ter o papel que já ocupou no passado. 

sábado, 25 de outubro de 2014

Vejam a que situação chegou a Veja


A edição nº 2.397, ano 47, de 23 de outubro de 2014 da revista Veja é estarrecedora. Este número deve entrar para a história do jornalismo brasileiro e certamente será estudada pelas gerações futuras como sendo o exemplo perfeito do péssimo jornalismo praticado neste início de século. Aliás, penso que nem sequer deverá ser vista como jornalismo, sendo mais apropriado que seja enquadrada como uma espécie deturpada de marketing político.